LGPD no WhatsApp: o que toda empresa precisa saber antes de automatizar
Automações de WhatsApp coletam dados pessoais — e isso cria obrigações legais sob a LGPD.
A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrou em vigor em 2020 e se aplica a qualquer empresa que colete, armazene ou processe dados pessoais de brasileiros — incluindo conversas no WhatsApp.
Dados coletados em automações de WhatsApp incluem: nome, telefone, histórico de conversas, preferências de compra e dados de pagamento. Todos são dados pessoais sob a LGPD.
As três obrigações principais para quem automatiza o WhatsApp: 1) Obter consentimento explícito antes de coletar dados, 2) Informar como os dados serão usados e por quanto tempo serão retidos, 3) Oferecer mecanismo fácil de opt-out.
A boa notícia: essas obrigações são simples de implementar. Uma mensagem de boas-vindas que informa sobre o uso dos dados e oferece a opção de não participar já atende aos requisitos básicos.
A LinsOS foi desenvolvida com compliance LGPD nativo. Todas as conversas são criptografadas, os dados têm política de retenção configurável e o cliente pode solicitar exclusão dos dados com um comando simples.
Antes de escalar sua automação de WhatsApp, consulte um advogado especialista em LGPD. O custo de uma multa por violação (até 2% do faturamento, limitado a R$ 50 milhões por infração) é muito maior que o custo de estar em conformidade.
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